Nas redes sociais Erisvaldo usa pseudônimos femininos. Bruna é seu preferido. Especialmente quando ataca outras mulheres. Como faz nas mensagens abaixo. Deve ser um caso patológico. Algum desvio de sexualidade reprimida, pois gosta de ofender gays e mulheres, mas usa e abusa de nomes femininos. Mas, patologia ou não, as violações estão presentes.

A fala ameaçadora também é típica de quem tem desvios de personalidade. Note que ele (ou ela) se vangloria de ficar mais forte se for levado à polícia e preso. E garante que não tem medo de nada.
Estas mensagens representam o estilo de Bruna, o apelido preferido de Erisvaldo: arrogante e desafiadora quando se dirige às mulheres. Afirma que não tem medo de dinheiro, ameaça, lei, prisão ou violência. Ele repete este lenga-lenga em mensagens e áudios, como se não tivesse muita certeza da macheza que propala.
Mas, é certo que, de dinheiro ela não tem medo. Ao contrário, corre atrás dele for fás e nefas. Este é assunto que será tratado em outra oportunidade.
Agora, quanto à lei e à prisão, Eles tentam ser convincentes, dizendo que são amigos da polícia, com quem dizem se reunir para darem gargalhadas:

Em destaque, para facilitar a leitura:
investigando polícia já tem pista
Quem fala isso não sabe que há duas semanas a gente tava lá na delegacia batendo papo e rindo kkkkkkk.
Gargalhadas na polícia?
Qual tolo acreditaria que a polícia tem tempo a perder, gargalhando com um investigado? A declaração não passa de mais um meio fajuto de convencer suas vítimas de que eles estão acima da lei e de que não adiante recorrer à polícia.
Aliás, esta ação vinha funcionando. Muitas mulheres desistiram mesmo. Mas, agora, elas estão reunindo forças e deverão tomar as medidas legais. Para que não reste dúvida quanto à parte que cabe à polícia, e quanto ao que cabe às próprias vítimas, eis o que diz a lei e o roteiro que as ofendidas devem seguir.
- Os crimes contra a honra (injúria, difamação e calúnia) não são de responsabilidade da promotoria. Eles devem ser tocados pela própria vítima. Portanto, não basta procurar a Delegacia, registrar a ocorrência e esperar.
- Nestes crimes, o papel da polícia é registrar o fato, ajudar a identificar o autor e, possivelmente, levantar as circunstâncias do crime. Isto feito, cessa o trabalho policial.
- De posse do relatório da polícia, a vítima deve contratar um advogado e levar o caso à justiça.
Quando o assunto é ofensa praticada pela página fofocaBD, nem é necessário passar pela polícia. Basta juntar as evidências. Afinal, os autores são conhecidos. Os responsáveis pela página são conhecidos. O próprio Eri (a Bruna) já confessou em áudio que é o dono. E, se alguém precisar do CPF, telefone e endereço deles, o Jornal Comunitário tem, e pode fornecer aos advogados. Não importa se o nome é Bruna, Jênnifer, Clara FBD, Sabrina Santos, Johnathan, Tânia... as qualificações civis estão disponíveis.
Contra os abusos
A lista de vítimas é grande. Vou exemplificar algumas aqui, pois são fatos públicos:
- Professora Gabriela Fernandes
- Ex-vereador Paré
- Ex-vereadora Keké
- Ex-vereadora Sâmara
- Ex-vereadora Sildete
- Advocada do Kwid
A ex-vereadora Keké foi a primeira a representar contra a dupla Eri & Leo. Foi a partir dessa queixa que a polícia rastreou a página, seus donos, os telefones usados.
A polícia fez a sua parte, mas a ex-vereadora desistiu. Não procurou a justiça. Tivesse procurado na época, talvez tivesse poupado todo o sofrimento pelos quais tantas mulheres passaram desde então.
Das outras três ex-vereadoras, duas desistiram da política: Sâmara e Sildete. Paré, contudo, continua inabalável, na sua luta contra todo tipo de bandidagem
Com as reações renovadas de pessoas como Paré e a professora Grabriela, a dupla Bruna & Leo será detida pela força da ética, da moral e da lei. Bom Despacho não é terra de bandoleiros. A sociedade saberá apoiar estas duas combatentes e as demais que se juntarem a elas.
Enquanto isto, talvez os anunciantes que ajudam a sustentar esta página misógina queiram repensar o seu papel. Será que gostariam de continuar patrocinando pessoas que vivem de fofoca, deboche, mentira, agressão a mulheres? Se continuarem, talvez passem do papel de anunciantes inocentes e bem intencionados a financiadores de crimes contra as mulheres.
Seguidores também são responsáveis
Este pessoal do fofocaBD ganha dinheiro de três fontes: anúncios, monetização da Meta e venda de badulaques. Aparentemente, também recebem dinheiro por fora, para falarem mau de uns e falarem bem de outros. (Esta questão estão sendo investigada).
Mas, quem sustenta este fluxo de dinheiro é quem acompanha o grupo. Sem acompanhantes, a fonte do dinheiro seca. Por isto, se você segue qualquer grupo do fofocaBD, você está contribuindo para que os cafajestes continuem em ação. Pense nisto. Quem sabe tenha chegado a hora de você tirar seu apoio a este tipo de gente?
Acompanhe no Jornal Comunitário
Se você quer conhecer os desdobramentos deste caso, clique aqui e acompanhe no Jornal Comunitário.
Leia mais sobre o assédio do fofocaBD
03/03/2026 21:50
Reafirmar o compromisso inegociável com a ética e a dignidade humana. Repudiar todo ato de assédio feminino e sobretudo apoiar as vítimas na busca por reparação jurídica, esse um dever coletivo que não admite omissões.