*Mais mulheres na política: um movimento que começa a ganhar força*
Em um ano decisivo para o Brasil, com eleições para presidente, governador, senador e deputados, um dado ainda chama atenção: o número de mulheres que participam ativamente da política ainda é pequeno.
Apesar de representarem mais da metade da população, muitas ainda não se veem ocupando espaços de decisão. Seja por falta de incentivo, apoio ou até oportunidade, a presença feminina ainda é menor do que poderia — e deveria — ser.
Em Bom Despacho, por exemplo, o eleitorado gira em torno de 40 mil pessoas — e a maioria é formada por mulheres. Ainda assim, essa presença nas urnas nem sempre se reflete na ocupação de cargos políticos.
Mas esse cenário começa a mudar. Aos poucos, mais mulheres têm buscado partidos, se informado e considerado a possibilidade de disputar cargos públicos.
E quando uma mulher dá esse passo, o impacto vai além de uma candidatura. Ela inspira outras. Mostra que é possível. Abre caminho.
Em Bom Despacho, um exemplo desse movimento é o de Joice Quirino, que se apresenta como pré-candidata a deputada federal. Iniciativas como essa ajudam a ampliar a presença feminina e a fortalecer a participação das mulheres na política.
Esse movimento é importante. Porque quando mais mulheres participam, a política fica mais diversa, mais representativa — e mais próxima da realidade da população.
Afinal, democracia forte se constrói com participação. E isso inclui, cada vez mais, a voz e a presença das mulheres.
Mais mulheres na política: um movimento que começa a ganhar força*
30/03/2026 22:46
Boa opção