Quem acompanha a ação do FMI há longo tempo, sabe que o órgão sempre foi um crítico implacável do Brasil. Suas publicações até soavam terrorismo econômico. Nos últimos três anos, porém, a instituição vem reconhecendo o crescimento moderado, mas consistente do Brasil. No seu último relatório, ele não apenas reconhece que nossa economia cresceu de forma destacada, mas que também deverá continuar crescendo.
Os motivos são vários.
Os setores bancários, serviços, comércio e agropecuário estão se expandindo. A inflação está controlada. O desemprego está numa baixa histórica. Somando a tudo isto, o câmbio está estabilizado e o real é uma moeda fortalecida com relação aos anos anteriores.
É este conglomerado de fatores que faz o FMI anunciar a força que o Brasil vem demonstrando perante as demais economias do mundo.
Na classificação do FMI, em 2026 as economias estão assim (valores em bilhões de dólares):
- Estados Unidos - US$ 32.383
- China - US$ 20.851
- Alemanha - US$ 5.452
- Japão - US$ 4.379
- Reino Unido - US$ 4.264
- Índia - US$ 4.153
- França - US$ 3.596
- Itália - US$ 2.738
- Rússia - US$ 2.656
- Brasil - US$ 2.635
Faltou um trisco (US$ 21 bilhões) para o Brasil superar a Rússia, e dois triscos para superar a Itália (US$ 103 bilhões).