Alerta

Economia brasileira volta a ser destaque no mundo

Com crescimento de 1,1% do PIB no primeiro trimestre, Brasil se torna a 10ª economia maior economia do planeta

Fernando Cabral Por Fernando Cabral, em 24/08/2026 09:25
Economia brasileira volta a ser destaque no mundo
O crescimento modesto, mas constante da economia brasileira o torna destaque mundial. Este ano passa a economia do Canadá. Nos próximos dois anos, deve ultrapassar Rússia e Itália.

O Fundo Monetário Internacional (FMI), coloca o Brasil entre os destaques econômicos dos últimos anos. Após crescimento de 1,1% do PIB no primeiro trimestre, e previsão de 2% até o final do ano, o Brasil ultrapassou o Canadá. Segundo o FMI, mantido o ritmo atual, ano que vem o Brasil superará e Rússia e, no ano seguinte, a Itália.

Quem acompanha a ação do FMI há longo tempo, sabe que o órgão sempre foi um crítico implacável do Brasil. Suas publicações até soavam terrorismo econômico. Nos últimos três anos, porém, a instituição vem reconhecendo o crescimento moderado, mas consistente do Brasil. No seu último relatório, ele não apenas reconhece que nossa economia cresceu de forma destacada, mas que também deverá continuar crescendo.

Os motivos são vários.

Os setores bancários, serviços, comércio e agropecuário estão se expandindo. A inflação está controlada. O desemprego está numa baixa histórica. Somando a tudo isto, o câmbio está estabilizado e o real é uma moeda fortalecida com relação aos anos anteriores.

É este conglomerado de fatores que faz o FMI anunciar a força que o Brasil vem demonstrando perante as demais economias do mundo.

Na classificação do FMI, em 2026 as economias estão assim (valores em bilhões de dólares):

  • Estados Unidos - US$ 32.383
  • China - US$ 20.851
  • Alemanha - US$ 5.452
  • Japão - US$ 4.379
  • Reino Unido - US$ 4.264
  • Índia - US$ 4.153
  • França - US$ 3.596
  • Itália - US$ 2.738
  • Rússia - US$ 2.656
  • Brasil - US$ 2.635

Faltou um trisco (US$ 21 bilhões) para o Brasil superar a Rússia, e dois triscos para superar a Itália (US$ 103 bilhões).

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